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Defesa Civil e Regionais monitoram pontos críticos em Sumaré


As equipes da Defesa Civil Municipal, órgão da Prefeitura de Sumaré, monitoram de forma ininterrupta, desde a última quinta-feira, 10 de março, a situação dos pontos críticos para alagamentos na cidade. Até o final da manhã desta sexta, dia 11, segundo a Defesa Civil, os
problemas que estão sendo verificados na cidade são causados por um volume atípico de chuvas na cidade e na região. Em Sumaré, nas últimas 72 horas, choveu 93 milímetros.

A Defesa Civil recebe o apoio das equipes de campo da Secretaria Municipal de Serviços Públicos, através das suas Administrações Regionais de Sumaré.

Nos jardins Primavera (Região Central), São Domingos e Basilicata (Região do Picerno), as águas do Ribeirão Quilombo atingiram as ruas mais baixas, as calçadas ou mesmo os quintais de algumas residências (cerca de 12 no total). O interior de alguns imóveis chegou a ter uma fina 
lâmina de água, mas nenhum bem material foi atingido.

Já no Jardim Manchester, a enxurrada de uma rua foi muito intensa e atingiu duas casas, mas não cousou prejuízos nos bens materiais das famílias. Em todos estes casos, a Defesa Civil acompanha e instrui às famílias.

A Defesa Civil ressaltou novamente que os imóveis atingidos nos bairros Primavera, São Domingos e Basilicata são propriedades privadas regularizadas, e não áreas de ocupação irregular. “Tratam-se de bairros antigos, aprovados e comercializados décadas atrás, numa época em que não se registravam alagamentos (provavelmente em função da menor urbanização e da menor impermeabilização do solo no passado da bacia do Ribeirão Quilombo) e em que a legislação permitia o loteamento de locais tão baixos”, lembrou o órgão.

ALARGAMENTO

Recentemente, a Prefeitura de Sumaré e a concessionária Rumo ALL, responsável pela malha ferroviária que corta a cidade, chegaram a um acordo para a realização da obra de alargamento do vão inferior da ponte ferroviária sobre o Ribeirão Quilombo situada na altura do Jardim Lucélia, 
que pode estar retardando o escoamento das águas do rio num ponto logo abaixo dos jardins Primavera e São Domingos.

A partir de agora, a Rumo vai dar início ao processo de contratação de uma empresa que fará tanto o projeto executivo quanto a obra, propriamente dita. Trata-se de um investimento de cerca de R$ 3,5 milhões, com término previsto em novembro. Além do Ribeirão Quilombo fazer 
um “cotovelo” neste ponto, há a passagem sob a linha férrea, cuja aduela (o vão livre) teria cerca de 4 metros quadrados de área. Com a obra prevista, o vão passará a ter cerca de 15 metros quadrados.



Veja mais fotos:

  1. Rio Quilombo no Jardim Primavera

  2. Rio Quilombo no Jardim Primavera
  3. Rio Quilombo no Jardim Primavera

  4. Rio Quilombo no Jardim Primavera



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