Americana emite nota sobre saída do time de basquete feminino

Por Roberto 29/06/2017 - 14:05 hs

Americana emite nota sobre saída do time de basquete feminino
Time de basquete feminino vai defender outra cidade

A Prefeitura de Americana esclarece que não deixou de trabalhar nem por um instante pela a manutenção da equipe de basquete feminino no município e tampouco abriu mão de realizar repasses para a agremiação. Ocorre que a Lei Municipal de Incentivo ao Esporte de número 2.945/95 contém uma possível irregularidade, no que se refere à definição do repasse de recursos de tributos para fundos específicos, que precisa ser sanada.

 

Desde o início do ano, houve tratativas com a direção do então Americana/Corinthians/PagueMenos para relatar o motivo de interrupção dos repasses até que se solucionasse a questão, seja no formato de uma nova Legislação ou qualquer outra alternativa. Em momento algum o Poder Executivo afirmou ou informou aos dirigentes do clube que desistiria de solucionar a questão.

 

Em 9 de junho, por exemplo, o secretário municipal de Esportes, Osvaldo Klein Neto, esteve na sede da Fiesp, juntamente com os responsáveis pela equipe de basquete em reunião com o chefe de Relações Governamentais e Institucionais, Sérgio Barbour, para tratar de uma alternativa à equipe. A reunião foi intermediada pessoalmente pelo prefeito Omar Najar, que pediu o encontro diretamente ao presidente da Fiesp, Paulo Skaf. Nos últimos 20 dias houve a análise por parte da entidade, que já comunicou que se manifestará em breve.

 

Foi com tristeza que se recebeu a informação da mudança da equipe. No entanto esta administração preza pela regularidade jurídica e pela saúde financeira de Americana, que se encontra em estado de calamidade. Os cofres públicos não podem arcar sozinhos com o valor de R$ 1 milhão anuais exigidos pela equipe de basquete – recurso superior ao investimento da secretaria em todas as outras modalidades juntas - e nem tampouco a administração pode se basear em uma lei que já foi alvo de questionamentos judiciais.

 

Temos esperança de que o impasse seja solucionado, desde que esteja dentro da lei e das nossas capacidades.