Fonte do Amor Incondicional

Por Paulo Eduardo de Barros Fonseca 08/05/2020 - 14:49 hs
Fonte do Amor Incondicional
Paulo Eduardo Fonseca é vice-presidente do Conselho Curador da Faculdade de Ciências Médicas de SP

Em meio à pandemia, quando somos orientados a manter o distanciamento social como forma de proteção contra a enfermidade que assola o planeta, comemoramos o dia das mães.

Sem poder abraçá-las e beijá-las pessoalmente certamente teremos encontros virtuais que, ao menos, propiciam a possibilidade de uma palavra amorosa e faremos nossas orações, as quais estabelecem uma corrente fluídica direta da energia e da vontade que exerce uma ação positiva ao unir – pelo pensamento - os corações, inclusive com àquelas que já estão na espiritualidade.

Mesmo à distância com elas estaremos interagindo e reconhecendo que a Mãe é a razão da existência de todo ser e que, ao criar a mulher, Deus criou a Mãe e com ela compartilhou o dom da vida. As mães propiciam uma nova oportunidade de evolução do espírito, transmitindo-lhe os princípios do amor fraternal, da moral e da ética, que o sustentará por toda sua existência, auxiliando na sua caminhada evolutiva, muitas vezes renunciando seu próprio bem-estar. É no ventre materno que o ser humano é gerado. É no seio materno que recebe o calor do mundo exterior e seus primeiros alimentos. É a mão materna que lhe dá segurança para os primeiros passos. É a voz materna que dá as primeiras e fundamentais lições que servem para toda sua existência. É a mão que reúne a família.

Essa responsabilidade indelegável persiste por toda existência, porque ao ser mãe a mulher, ainda que instintivamente, vê nascer em si um enorme sentimento de doação, abnegação e mesmo devotamento em relação àquela criatura que depende do seu amor e da sua segurança.

Sobre as mães disse madre Tereza de Calcutá: “Ensinarás a voar, mas não voarão o teu voo. Ensinarás a sonhar, mas não sonharão o teu sonho. Ensinarás a viver, mas não viverão a tua vida. Ensinarás a cantar, mas não cantarão a tua canção. Ensinarás a pensar, mas não pensarão como tu. Porém, saberás que cada vez que voem, sonhem, vivam, cantem e pensem, estará a semente do caminho ensinado e aprendido.”.

Isso, e muito mais, encontramos em cada mãe, em nossas mães ... fontes sublimes do amor incondicional, que neste plano vibratório representam a marca de Deus!

Assim, homenageando todas as mães, invocamos a Mãe Santíssima, mãe de Jesus e nossa, porque mãe espiritual de toda humanidade, com a oração que carinhosamente nos foi ofertada pelo espírito do Irmão ALPE que diz: “Ave Maria cheia de graça, bendita és entre os anjos. Infiltra em cada alma a doçura do teu amor. Faze de cada coração um tabernáculo de fé e de amor em honra a teu filho Jesus”.

Salve Maria ... Salve todas as Mães!

Paulo Eduardo de Barros Fonseca é vice-presidente do Conselho Curador da Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho, mantenedora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.